Encontros em Portugal para solteiros e casais de mente aberta

Encontros em Portugal para solteiros e casais de mente aberta

Portugal é um dos países socialmente mais descontraídos da Europa — casamento entre pessoas do mesmo sexo desde 2010, uma cultura de «viver e deixar viver» bem enraizada e cidades habituadas a um público internacional. Lisboa tem uma vida LGBTQ+ visível à volta do Príncipe Real e uma noite que se estende pelo Bairro Alto e pelo Cais do Sodré; o Algarve atrai uma mistura sazonal e internacional; o Porto mantém um ritmo mais tranquilo e tradicional. Para casais abertos, swingers, pessoas poliamorosas e a cena BDSM, a comunidade já cá está. O que faltava era um espaço de encontro pensado para ela.

Porque é que os sites de encontros clássicos não servem

Os casais que procuram uma terceira pessoa têm de se registar como solteiros na maioria das plataformas, ou explicar o seu formato num campo de texto livre. As configurações poliamorosas não se encaixam em nenhum modelo padrão. Os swingers esbarram nas regras de comunidade das apps generalistas. As preferências e os limites de BDSM não têm onde ser indicados de forma estruturada: quando muito acabam na secção «sobre mim», onde não se podem filtrar nem pesquisar.

No Gramsy, o perfil mostra desde o início o que cada pessoa procura, com quem se quer encontrar e onde estão os seus limites. O nosso objetivo é tornar o perfil o mais informativo possível, para que as conversas com pessoas compatíveis comecem com mais clareza e seja possível reconhecer quem claramente não combina antes de enviar a primeira mensagem.

Uma plataforma jovem, e dizemo-lo abertamente

Somos uma plataforma nova e não escondemos isso. O Gramsy é feito para as pessoas a quem os sites de encontros convencionais simplesmente não servem: casais à procura de uma terceira pessoa, swingers, famílias poliamorosas, BDSM, LGBTQ+. São comunidades que se sobrepõem, não públicos separados como o mercado tende a tratá-las. Por isso, desde o início concebemos a plataforma com as contas de casal e os formatos não convencionais como cenário principal, não como exceção.

Contas de casal e privacidade

Para os casais existe uma verdadeira conta de casal: ambos os parceiros usam-na juntos, veem as mesmas conversas e decidem em conjunto.

As fotografias são moderadas antes da publicação. Só se vê o que autorizou; as restantes fotografias ficam no álbum privado, que abre pessoa a pessoa. O perfil pode ser removido dos resultados de pesquisa, mantendo-se acessível por link direto. Isso ajuda quando o seu círculo profissional se cruza com a cena local.

Um nickname em vez do nome verdadeiro; número de telefone e email nunca aparecem no perfil. O que conta para além dele, e quando, é decisão sua.

Um casal a partilhar um café matinal e pastéis de nata numa pastelaria portuguesa

Cidades em Portugal

No arranque, estamos presentes em quatro cidades: Lisboa, Porto, Faro (a porta de entrada do Algarve) e Braga, no norte. Se a sua cidade ainda não está na lista, crie o seu perfil e indique-a — a pesquisa faz-se por cidade, por isso aparece a quem procurar nela. Muitos casais e solteiros deslocam-se também entre Lisboa, o norte e a costa algarvia para os encontros.

Quatro pessoas a descontrair juntas num terraço junto ao Atlântico à hora dourada

Destinos vizinhos

  • Encontros em Espanha — o nosso vizinho ibérico mais próximo, com uma cena swing consolidada em Barcelona e Madrid e bairros LGBTQ+ abertos
  • Encontros em Itália — cultura mediterrânica, comunidades poli e BDSM ativas, a cena queer progressista de Bolonha

Perguntas frequentes

Cookies — a sua escolha

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