Encontros na Europa para casais e relações não monogâmicas

Encontros na Europa para casais e relações não monogâmicas

Gramsy é uma plataforma de encontros para pessoas em formas de relação não convencionais: casais que procuram uma terceira pessoa, swingers, famílias poliamorosas, comunidade BDSM e LGBTQ+. São comunidades que se sobrepõem e que as aplicações de encontros generalistas raramente servem bem.

Registe-se a partir de qualquer país europeu — o seu perfil fica visível em toda a Europa, e muitos casais e solteiros viajam regularmente entre países para encontros. Para Espanha, Alemanha e França publicámos também guias detalhados da cena local.

🇪🇸 Espanha

Um dos países mais abertos da Europa. Os clubes de swing de Barcelona e Madrid funcionam há décadas, as comunidades poliamorosas no litoral são uma realidade consolidada, e os bairros LGBTQ+ das grandes cidades são referências em toda a Europa.

Um grupo de amigos numa esplanada de Barcelona ao pôr do sol

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🇩🇪 Alemanha

Berlim é um dos centros europeus da cena de swing, fetiche e queer, com espaços ativos desde os anos 90. Munique, Hamburgo e Colónia têm cada uma a sua própria cultura de eventos privados. Uma atitude aberta em relação a formas de relação não convencionais faz parte do dia a dia das grandes cidades alemãs.

Quatro pessoas num terraço berlinense junto ao Spree à hora azul, com a torre de televisão ao fundo

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🇫🇷 França

A cultura libertina parisiense não é só marketing: está enraizada na cidade desde o século XVIII. Clubes de swing privados no centro de Paris, cena de poliamor e BDSM ativa, e a Costa Azul recebe eventos internacionais. Lyon e Marselha são polos autónomos, com dinâmicas próprias.

Quatro pessoas numa esplanada parisiense ao pôr do sol, a Torre Eiffel visível entre os edifícios

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🇮🇹 Itália

A Itália combina uma tradição libertina privada secular nas suas grandes cidades com uma cena alternativa progressista em torno de Bolonha — historicamente o centro italiano mais ativo para a cultura queer desde a fundação da Arcigay lá em 1985. Roma e Milão acolhem clubes swinger por adesão e eventos privados de longa data; Nápoles e Florença têm os seus próprios círculos locais ativos. A cena é madura, mas opera de forma mais reservada do que no norte da Europa — conhecer os pontos de entrada certos faz a diferença.

Quatro pessoas numa piazza romana durante o aperitivo à hora dourada

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